Resultado da Transgressão


Dia 87 - Wednesday, 27 de March de 2024
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32 min

  • 1 Crônicas 4-5
  • 1 Reis 11

1 Crônicas 4

Ouça o áudio do capítulo:

1 Os filhos de Judá foram: Perez, Hezrom, Carmi, Hur, e Sobal.

2 E Reaías, filho de Sobal gerou a Jaate, e Jaate gerou a Aumai e a Laade; estas são as famílias dos zoratitas.

3 E estes foram os filhos do pai de Etã: Jizreel, Isma e Idbas; e era o nome de sua irmã Hazelelponi.

4 E mais Penuel, pai de Gedor, e Ezer, pai de Husá; estes foram os filhos de Hur, o primogênito de Efrata, pai de Belém.

5 E tinha Asur, pai de Tecoa, duas mulheres: Helá e Naará.

6 E Naará deu à luz a Auzão, e a Hefer, e a Temeni, e a Haastari; estes foram os filhos de Naará.

7 E os filhos de Helá: Zerete, Izar e Etnã.

8 E Coz gerou a Anube e a Zobeba e as famílias de Aarel, filho de Harum.

9 E foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; e sua mãe deu-lhe o nome de Jabez, dizendo: Porquanto com dores o dei à luz.

10 Porque Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Se me abençoares muitíssimo, e meus termos ampliares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja afligido! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.

11 E Quelube, irmão de Suá, gerou a Meir; este é o pai de Estom.

12 E Estom gerou a Bete-Rafa, a Pasea, e a Teina, pai de Ir-Naás; estes foram os homens de Reca.

13 E foram os filhos de Quenaz: Otniel e Seraías; o filho de Otniel: Hatate.

14 E Meonotai gerou a Ofra, e Seraías gerou a Joabe, pai dos do vale dos artífices; porque os dali eram artífices.

15 E foram os filhos de Calebe, filho de Jefoné: Iru, Elá e Naã; e o filho de Elá: Quenaz.

16 E os filhos de Jealelel: Zife, Zifa, Tiria e Asareel.

17 E os filhos de Ezra: Jeter, Merede, Efer, e Jalom; e teve mais a Miriã, e Samai, e Isbá, pai de Estemoa.

18 E sua mulher, Judia, deu à luz a Jerede, pai de Gedor, e a Héber, pai de Socó, e a Jecutiel, pai de Zanoa; e estes foram os filhos de Bitia, filha de Faraó, que Merede tomou.

19 E foram os filhos da mulher de Hodias, irmã de Naã: Abiqueila, o garmita, Estemoa, o maacatita.

20 E os filhos de Simeão: Amom, Rina, Bene-Hanã, e Tilom; e os filhos de Isi: Zoete e Bene-Zoete.

21 Os filhos de Selá, filho de Judá: Er, pai de Leca, e Lada, pai de Maressa, e as famílias da casa dos que fabricavam linho fino, em casa de Asbéia.

22 Como também Joquim, e os homens de Cozeba, e Joás, e Sarafe (que dominaram sobre os moabitas), e Jasubi-Leém; porém estas coisas já são antigas.

23 Estes foram oleiros, e habitavam nas hortas e nos cerrados; estes ficaram ali com o rei na sua obra.

24 Os filhos de Simeão foram Nemuel, Jamim, Jaribe, Zerá, e Saul,

25 Cujo filho foi Salum, de quem foi filho Mibsão, de quem foi filho Misma.

26 E os filhos de Misma foram: Hamuel, de quem foi filho Zacur, de quem foi filho Simei.

27 E Simei teve dezesseis filhos, e seis filhas, porém seus irmãos não tiveram muitos filhos; e toda a sua família não se multiplicou tanto como as dos filhos de Judá.

28 E habitaram em Berseba, e em Moladá, e em Hazar-Sual,

29 E em Bila, e em Ezém, e em Tolade,

30 E em Betuel, e em Hormá, e em Ziclague,

31 E em Bete-Marcabote, e em Hazar-Susim, e em Bete-Biri, e em Saaraim; estas foram as suas cidades, até que Davi reinou.

32 E foram as suas aldeias: Etã, Aim, Rimom, Toquém, e Asã, cinco cidades,

33 E todas as suas aldeias, que estavam em redor destas cidades, até Baal. Estas foram as suas habitações e suas genealogias.

34 Porém Mesobabe, e Janleque e Josa, filho de Amazias,

35 E Joel, e Jeú, filho de Josibias, filho de Seraías, filho de Asiel,

36 E Elioenai e Jaacobá, Jesoaías, Asaías, Adiel, Jesimiel, Benaias,

37 E Ziza, filho de Sifi, filho de Alom, filho de Jedaías, filho de Sinri, filho de Semaías;

38 Estes, registrados por seus nomes, foram príncipes nas suas famílias; e as famílias de seus pais se multiplicaram abundantemente.

39 E chegaram até à entrada de Gedor, ao oriente do vale, a buscar pasto para os seus rebanhos.

40 E acharam pasto fértil e terra espaçosa, e quieta, e descansada; porque os de Cão haviam habitado ali antes.

41 Estes, pois, que estão descritos por seus nomes, vieram nos dias de Ezequias, rei de Judá, e derrubaram as tendas e habitações dos que se acharam ali, e as destruíram totalmente até o dia de hoje, e habitaram em seu lugar; porque ali havia pasto para os seus rebanhos.

42 Também deles, dos filhos de Simeão, quinhentos homens foram às montanhas de Seir; levaram por cabeças a Pelatias, e a Nearias, e a Refaías, e a Uziel, filhos de Isi.

43 E feriram o restante dos que escaparam dos amalequitas, e habitaram ali até o dia de hoje.

1 Crônicas 5

Ouça o áudio do capítulo:

1 Quanto aos filhos de Rúben, o primogênito de Israel (pois ele era o primogênito; mas porque profanara a cama de seu pai, deu-se a sua primogenitura aos filhos de José, filho de Israel; de modo que não foi contado, na genealogia da primogenitura,

2 Porque Judá foi poderoso entre seus irmãos, e dele veio o soberano; porém a primogenitura foi de José).

3 Foram, pois, os filhos de Rúben, o primogênito de Israel: Enoque, Palu, Hezrom, e Carmi.

4 Os filhos de Joel: Semaías, seu filho; Gogue, seu filho; Simei, seu filho;

5 Mica, seu filho; Reaías, seu filho; Baal, seu filho;

6 Beera, seu filho, o qual Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, levou preso; este foi príncipe dos rubenitas.

7 Quanto a seus irmãos pelas suas famílias, quando foram postos nas genealogias, segundo as suas descendências, tiveram por chefes Jeiel e Zacarias,

8 E Bela, filho de Azaz, filho de Sema, filho de Joel, que habitou em Aroer, até Nebo e Baal-Meom,

9 Também habitou do lado do oriente, até à entrada do deserto, desde o rio Eufrates; porque seu gado se tinha multiplicado na terra de Gileade.

10 E nos dias de Saul fizeram guerra aos hagarenos, que caíram pela sua mão; e eles habitaram nas suas tendas defronte de todo o lado oriental de Gileade.

11 E os filhos de Gade habitaram defronte deles, na terra de Basã, até Salcá.

12 Joel foi chefe, e Safã o segundo; também Janai e Safate estavam em Basã.

13 E seus irmãos, segundo as suas casas paternas, foram: Micael, Mesulão, Seba, Jorai, Jacã, Zia, e Éber, sete.

14 Estes foram os filhos de Abiail filho de Huri, filho de Jaroa, filho de Gileade, filho de Micael, filho de Jesisai, filho de Jado, filho de Buz;

15 Aí, filho de Abdiel, filho de Guni, foi chefe da casa de seus pais.

16 E habitaram em Gileade, em Basã e nos lugares da sua jurisdição; como também em todos os arrabaldes de Sarom, até aos seus termos.

17 Todos estes foram registrados, segundo as suas genealogias, nos dias de Jotão, rei de Judá, e nos dias de Jeroboão, rei de Israel.

18 Dos filhos de Rúben, e dos gaditas, e da meia tribo de Manassés, homens muito valentes, que traziam escudo e espada, e entesavam o arco, e eram destros na guerra; houve quarenta e quatro mil e setecentos e sessenta, que saíam à peleja.

19 E fizeram guerra aos hagarenos, como a Jetur, e a Nafis e a Nodabe.

20 E foram ajudados contra eles, e os hagarenos e todos quantos estavam com eles foram entregues em sua mão; porque, na peleja, clamaram a Deus que lhes deu ouvidos, porquanto confiaram nele.

21 E levaram preso o seu gado; seus camelos, cinqüenta mil, e duzentas e cinqüenta mil ovelhas, e dois mil jumentos, e cem mil homens.

22 Porque muitos caíram feridos, porque de Deus era a peleja; e habitaram em seu lugar, até ao cativeiro.

23 E os filhos da meia tribo de Manassés habitaram naquela terra; multiplicaram-se desde Basã até Baal-Hermom, e Senir, e o monte de Hermom.

24 E estes foram cabeças de suas casas paternas, a saber: Hefer, Isi, Eliel, Azriel, Jeremias, Hodavias, e Jadiel, homens valentes, homens de nome, e chefes das casas de seus pais.

25 Porém transgrediram contra o Deus de seus pais; e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles.

26 Por isso o Deus de Israel suscitou o espírito de Pul, rei da Assíria, e o espírito de Tiglate-Pilneser, rei da Assíria, que os levaram presos, a saber: os rubenitas e gaditas, e a meia tribo de Manassés; e os trouxeram a Hala, e a Habor, e a Hara, e ao rio de Gozã, até ao dia de hoje.

1 Reis 11

Ouça o áudio do capítulo:

1 E o rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias,

2 Das nações de que o Senhor tinha falado aos filhos de Israel: Não chegareis a elas, e elas não chegarão a vós; de outra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se uniu Salomão com amor.

3 E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração.

4 Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o Senhor seu Deus, como o coração de Davi, seu pai,

5 Porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e Milcom, a abominação dos amonitas.

6 Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor; e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai.

7 Então edificou Salomão um alto a Quemós, a abominação dos moabitas, sobre o monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, a abominação dos filhos de Amom.

8 E assim fez para com todas as suas mulheres estrangeiras, as quais queimavam incenso e sacrificavam a seus deuses.

9 Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão; porquanto desviara o seu coração do Senhor Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera.

10 E acerca deste assunto lhe tinha dado ordem que não seguisse a outros deuses; porém não guardou o que o Senhor lhe ordenara.

11 Assim disse o Senhor a Salomão: Pois que houve isto em ti, que não guardaste a minha aliança e os meus estatutos que te mandei, certamente rasgarei de ti este reino, e o darei a teu servo.

12 Todavia nos teus dias não o farei, por amor de Davi, teu pai; da mão de teu filho o rasgarei;

13 Porém todo o reino não rasgarei; uma tribo darei a teu filho, por amor de meu servo Davi, e por amor a Jerusalém, que tenho escolhido.

14 Levantou, pois, o Senhor contra Salomão um adversário, Hadade, o edomeu; ele era da descendência do rei em Edom.

15 Porque sucedeu que, estando Davi em Edom, e subindo Joabe, o capitão do exército, a enterrar os mortos, feriu a todo o homem em Edom

16 (Porque Joabe ficou ali seis meses com todo o Israel, até que destruiu a todo o homem em Edom).

17 Hadade, porém, fugiu, ele e alguns homens edomeus, dos servos de seu pai, com ele, para ir ao Egito; era, porém, Hadade muito jovem.

18 E levantaram-se de Midiã, e foram a Parã, e tomaram consigo homens de Parã, e foram ao Egito ter com Faraó, rei do Egito, o qual lhe deu uma casa, e lhe prometeu sustento, e lhe deu uma terra.

19 E achou Hadade grande graça diante de Faraó, de maneira que lhe deu por mulher a irmã de sua mulher, a irmã de Tafnes, a rainha.

20 E a irmã de Tafnes deu-lhe um filho, Genubate, o qual Tafnes criou na casa de Faraó; e Genubate estava na casa de Faraó, entre os filhos de Faraó.

21 Ouvindo, pois, Hadade, no Egito, que Davi adormecera com seus pais, e que Joabe, capitão do exército, era morto, disse Hadade a Faraó: Despede-me, para que vá à minha terra.

22 Porém Faraó lhe disse: Pois que te falta comigo, que procuras partir para a tua terra? E disse ele: Nada, mas todavia despede-me.

23 Também Deus lhe levantou outro adversário, a Rezom, filho de Eliada, que tinha fugido de seu senhor Hadadezer, rei de Zobá,

24 Contra quem também ajuntou homens, e foi capitão de um esquadrão, quando Davi os matou; e, indo-se para Damasco, habitaram ali, e reinaram em Damasco.

25 E foi adversário de Israel, por todos os dias de Salomão, e isto além do mal que Hadade fazia; porque detestava a Israel, e reinava sobre a Síria.

26 Até Jeroboão, filho de Nebate, efrateu, de Zereda, servo de Salomão (cuja mãe era mulher viúva, por nome Zerua), também levantou a mão contra o rei.

27 E esta foi a causa por que levantou a mão contra o rei: Salomão tinha edificado a Milo, e cerrou as aberturas da cidade de Davi, seu pai.

28 E o homem Jeroboão era forte e valente; e vendo Salomão a este jovem, que era laborioso, ele o pôs sobre todo o cargo da casa de José.

29 Sucedeu, pois, naquele tempo que, saindo Jeroboão de Jerusalém, o profeta Aías, o silonita, o encontrou no caminho, e ele estava vestido com uma roupa nova, e os dois estavam sós no campo.

30 E Aías pegou na roupa nova que tinha sobre si, e a rasgou em doze pedaços.

31 E disse a Jeroboão: Toma para ti os dez pedaços, porque assim diz o Senhor Deus de Israel: Eis que rasgarei o reino da mão de Salomão, e a ti darei as dez tribos.

32 Porém ele terá uma tribo, por amor de Davi, meu servo, e por amor de Jerusalém, a cidade que escolhi de todas as tribos de Israel.

33 Porque me deixaram, e se encurvaram a Astarote, deusa dos sidônios, a Quemós, deus dos moabitas, e a Milcom, deus dos filhos de Amom; e não andaram pelos meus caminhos, para fazerem o que é reto aos meus olhos, a saber, os meus estatutos e os meus juízos, como Davi, seu pai.

34 Porém não tomarei nada deste reino da sua mão; mas por príncipe o ponho por todos os dias da sua vida, por amor de Davi, meu servo, a quem escolhi, o qual guardou os meus mandamentos e os meus estatutos.

35 Mas da mão de seu filho tomarei o reino, e darei a ti, as dez tribos dele.

36 E a seu filho darei uma tribo; para que Davi, meu servo, sempre tenha uma lâmpada diante de mim em Jerusalém, a cidade que escolhi para pôr ali o meu nome.

37 E te tomarei, e reinarás sobre tudo o que desejar a tua alma; e serás rei sobre Israel.

38 E há de ser que, se ouvires tudo o que eu te mandar, e andares pelos meus caminhos, e fizeres o que é reto aos meus olhos, guardando os meus estatutos e os meus mandamentos, como fez Davi, meu servo, eu serei contigo, e te edificarei uma casa firme, como edifiquei a Davi, e te darei Israel.

39 E por isso afligirei a descendência de Davi; todavia não para sempre.

40 Assim Salomão procurou matar Jeroboão; porém Jeroboão se levantou, e fugiu para o Egito, a ter com Sisaque, rei do Egito; e esteve no Egito até que Salomão morreu.

41 Quanto ao mais dos atos de Salomão, e a tudo quanto fez, e à sua sabedoria, porventura não está escrito no livro dos feitos de Salomão?

42 E o tempo que reinou Salomão, em Jerusalém, sobre todo o Israel foi quarenta anos.

43 E adormeceu Salomão com seus pais, e foi sepultado na cidade de Davi, seu pai; e Roboão, seu filho, reinou em seu lugar.

Profetas e Reis

Resultado da Transgressão

Ouça o áudio do capítulo:

Dentre as principais causas que levaram Salomão à extravagância e opressão destaca-se o seu fracasso em manter e alimentar o espírito de abnegação. PR 26.1

Quando, ao pé do Sinai, Moisés expôs ao povo a ordem divina: “E Me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (Êxodo 25:8), a resposta dos israelitas foi acompanhada de oferendas apropriadas. “E veio todo o homem, a quem o seu coração moveu, e todo aquele cujo espírito voluntariamente o excitou” (Êxodo 35:21), e trouxeram ofertas. Para a construção do santuário foram necessários grandes e intensos preparativos; vasta quantidade do mais caro e precioso material fora requerida, mas o Senhor só aceitou ofertas voluntárias. “De todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada” (Êxodo 25:2), foi a ordem repetida por Moisés à congregação. Devoção a Deus e espírito de sacrifício foram os primeiros requisitos na preparação de um lugar de habitação para o Altíssimo. PR 26.2

Um convite semelhante ao espírito de abnegação foi feito quando Davi pôs sobre Salomão a responsabilidade da construção do templo. À multidão reunida ele fez a pergunta: “Quem, pois, está disposto a encher a sua mão, para oferecer hoje voluntariamente ao Senhor?” 1 Crônicas 29:5. Este convite à consagração e espírito voluntário devia ter sido sempre conservado em mente por aqueles que tinham interesse na construção do templo. PR 26.3

Para a construção do tabernáculo do deserto, homens escolhidos foram dotados por Deus com sabedoria e habilidade especiais. “Disse Moisés aos filhos de Israel: Eis que o Senhor tem chamado por nome a Bezalel, [...] da tribo de Judá, e o espírito de Deus o encheu de sabedoria, entendimento e ciência em todo o artifício. [...] Também lhe tem disposto o coração para ensinar a outros; a ele e Aoliabe [...] da tribo de Dã. Encheu-os de sabedoria do coração, para fazer toda a obra de Mestre, e a mais engenhosa, e a do bordador, [...] e a do tecelão, fazendo toda a obra. [...] Êxodo 35:30-35. Assim obraram Bezalel e Aoliabe, e todo o homem sábio de coração, a quem o Senhor dera sabedoria e inteligência”. Êxodo 36:1. Inteligências celestiais cooperavam com os artífices a quem o próprio Deus havia escolhido. PR 26.4

Os descendentes desses homens herdaram em grande medida os talentos conferidos aos seus pais. Por algum tempo, esses homens de Judá e Dã conservaram-se humildes e altruístas; mas gradualmente, quase imperceptivelmente, perderam seu apego a Deus e o desejo de servi-Lo de maneira altruísta. Pediam salário cada vez mais alto por seus serviços, em virtude de sua superior habilidade como mestres das mais finas artes. Em alguns casos suas exigências eram satisfeitas, mas a maioria das vezes empregavam-se nas nações circunvizinhas. Em lugar do nobre espírito de abnegação que havia enchido o coração de seus ilustres ancestrais, abrigaram um espírito de cobiça, de ganância por ganhos cada vez maiores. Para que seus desejos egoístas fossem satisfeitos, usaram a habilidade que Deus lhes dera a serviço de reis pagãos e emprestaram seus talentos para a execução de obras que eram uma desonra para o seu Criador. PR 27.1

Foi entre esses homens que Salomão procurou um mestre-de-obras que superintendesse a construção do templo sobre o Monte Moriá. Minuciosas especificações, por escrito, referentes a cada parte da estrutura sagrada haviam sido confiadas ao rei; e ele poderia ter esperado com fé em que Deus proveria auxiliares consagrados, a quem seria outorgada habilidade especial para fazer com precisão a obra requerida. Mas Salomão perdeu de vista esta oportunidade de exercitar fé em Deus. Solicitou ao rei de Tiro um homem “sábio para trabalhar em ouro, e em prata, e em bronze, e em ferro, e em púrpura, e em carmesim, e em azul, e que saiba lavrar ao buril, juntamente com os sábios [...] em Judá e em Jerusalém”. 2 Crônicas 2:7. PR 27.2

O rei fenício respondeu enviando Hirão Abiú, “filho de uma mulher das filhas de Dã, e cujo pai foi homem de Tiro”. 2 Crônicas 2:14. Hirão Abiú era descendente, pela linhagem materna, de Aoliabe, a quem, centenas de anos antes, Deus havia dado sabedoria especial para a construção do tabernáculo. PR 27.3

Assim à frente do grupo de artífices de Salomão foi colocado um homem cujos esforços não eram impulsionados pelo desejo altruísta de prestar serviço a Deus. Ele servia ao deus deste mundo: Mamom. Todas as fibras de seu ser estavam entretecidas com os princípios do egoísmo. PR 27.4

Dada essa habilidade pouco comum, Hirão Abiú exigiu grandes salários. Gradualmente os princípios errôneos que ele acariciava vieram a ser aceitos por seus companheiros. Ao trabalharem com ele dia após dia, renderam-se à inclinação de comparar seu salário com o deles, e começaram a perder de vista a santidade do caráter de sua obra. Abandonou-os o espírito de abnegação, e em seu lugar introduziu-se o espírito de cobiça. O resultado foi uma demanda por salários mais altos, o que lhes foi concedido. PR 27.5

As funestas influências assim postas em operação permearam todos os ramos do serviço do Senhor, e se estenderam através do reino. Os elevados salários requeridos e recebidos deram a muitos uma oportunidade para se entregarem ao luxo e extravagância. O pobre foi oprimido pelo rico; o espírito de abnegação quase que se perdeu. No vasto alcance dos efeitos destas influências pode-se descobrir uma das principais causas da terrível apostasia daquele que fora uma vez chamado o mais sábio dos mortais. PR 27.6

O agudo contraste entre o espírito e motivos do povo que construiu o tabernáculo no deserto e o dos que se ocupavam na construção do templo de Salomão, encerra uma lição de profundo significado. O egoísmo que caracterizou os construtores do templo de Salomão encontra seu paralelo hoje no egoísmo que domina no mundo. O espírito de cobiça, de luta por posições mais altas e mais altos salários é predominante. O serviço voluntário e a deleitável abnegação dos obreiros do tabernáculo raramente se encontram. Mas este é o único espírito que deve atuar nos seguidores de Jesus. Nosso divino Mestre deu o exemplo de como devem Seus discípulos trabalhar. Àqueles a quem ordenou: “Vinde após Mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mateus 4:19), não ofereceu Ele qualquer soma em paga de seus serviços. Eles deviam compartilhar com Ele da abnegação e sacrifício. PR 28.1

Não é pelo salário que recebemos que devemos trabalhar. O motivo que nos dispõe ao trabalho por Deus não deve ter em si coisa alguma que lembre serviço a si próprio. Abnegada devoção e espírito de sacrifício têm sido e serão sempre o primeiro requisito do culto aceitável. Nosso Senhor e Mestre deseja que nenhum fio de egoísmo seja entretecido em Sua obra. A nossos esforços devemos acrescentar o tato e habilidade, a precisão e sabedoria que o Deus da perfeição exigiu dos construtores do santuário terrestre; contudo, em todas as nossas atividades devemos lembrar que os maiores talentos e os mais esplêndidos serviços são aceitáveis somente quando o eu é posto sobre o altar para consumir-se como um sacrifício vivo. PR 28.2

Outro afastamento dos retos princípios que finalmente levou à queda o rei de Israel, foi o render-se à tentação de tomar para si a glória que pertence a Deus somente. PR 28.3

Desde o momento em que Salomão recebeu o encargo de construir o templo até que o mesmo ficou pronto, seu manifesto propósito foi “edificar uma casa ao nome do Senhor Deus de Israel”. 2 Crônicas 6:7. Este propósito foi plenamente reconhecido perante as tribos de Israel reunidas por ocasião da dedicação do templo. Em sua oração o rei reconheceu o que Jeová havia dito: “O Meu nome estará ali”. 1 Reis 8:29. PR 28.4

Uma das partes mais tocantes da oração dedicatória de Salomão foi sua súplica a Deus pelos estrangeiros que viessem dos países distantes para aprenderem mais dAquele cuja fama tinha sido amplamente espalhada entre as nações. “Porque ouvirão do Teu grande nome”, o rei expressou, “e da Tua forte mão, e do Teu braço estendido”. Em favor de cada um desses adoradores estrangeiros Salomão havia suplicado: “Ouve Tu [...] e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a Ti clamar, a fim de que todos os povos da Terra conheçam o Teu nome para Te temerem como o Teu povo Israel, e para saberem que o Teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado”. 1 Reis 8:42, 43. PR 28.5

Ao encerramento do culto, Salomão exortara Israel a ser fiel e leal a Deus, “para que todos os povos da Terra” soubessem, disse ele, “que o Senhor é Deus e que não há outro”. 1 Reis 8:60. PR 29.1

Alguém maior que Salomão fora o planejador do templo; a sabedoria e a glória de Deus estavam ali reveladas. Os que desconheciam este fato naturalmente admiravam e louvavam Salomão como o arquiteto e construtor; mas o rei recusava qualquer honra por este projeto e construção. PR 29.2

Assim foi quando a rainha de Sabá veio visitar Salomão. Ouvindo de sua sabedoria, e do magnificente templo que ele havia construído, ela se determinou “prová-lo por enigmas”, e ver por si mesma suas famosas obras. Assistida por uma comitiva de servos, e “com camelos carregados de especiarias, e muitíssimo ouro, e pedras preciosas”, ela fez a longa viagem para Jerusalém. “E veio a Salomão, e disse-lhe tudo quanto tinha no seu coração.” Ela falou-lhe dos mistérios da natureza, e Salomão ensinou-lhe a respeito do Deus da natureza, o grande Criador, que habita no mais alto Céu, e domina sobre todos. 1 Reis 10:1-3. “E Salomão lhe declarou todas as suas palavras; nenhuma coisa se escondeu ao rei, que não lhe declarasse”. 2 Crônicas 9:1, 2. PR 29.3

“Vendo, pois, a rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, [...] não houve mais espírito nela. [...] Foi verdade”, reconheceu, “a palavra que ouvi na minha terra, das tuas coisas e da tua sabedoria. E eu não cria naquelas palavras, até que vim, e os meus olhos o viram; eis que me não disseram metade; sobrepujaste em sabedoria e bens a fama que ouvi. Bem-aventurados os teus homens, bem-aventurados estes teus servos que estão sempre diante de ti, que ouvem a tua sabedoria!” 1 Reis 10:3, 6-8. PR 29.4

No final de sua visita, a rainha havia sido tão completamente instruída por Salomão quanto à fonte de sua sabedoria e prosperidade, que foi constrangida, não a exaltar o agente humano, mas a exclamar: “Bendito seja o Senhor teu Deus, que teve agrado em ti, para te pôr no trono de Israel; porque o Senhor ama a Israel para sempre, por isso te estabeleceu rei, para fazeres juízo e justiça”. 1 Reis 10:9. Esta a impressão que Deus designara fosse feita sobre todos os povos. E quando “todos os reis da Terra procuravam ver o rosto de Salomão, para ouvirem a sua sabedoria, que Deus lhe dera no seu coração” (1 Crônicas 9:23), Salomão por algum tempo honrou a Deus reverentemente, indicando-lhes o Criador dos Céus e da Terra, o Soberano do Universo, o Todo-sábio. PR 29.5

Houvesse Salomão continuado, em humildade de espírito, a volver a atenção dos homens de si para Aquele que lhe dera sabedoria e riquezas e honra, que história teria sido a sua Mas, conquanto a pena da inspiração registre suas virtudes, dá também fiel testemunho da sua queda. Elevado ao pináculo da grandeza, cercado com dádivas da fortuna, Salomão sentiu-se aturdido, perdeu o equilíbrio, e caiu. Constantemente exaltado pelos homens do mundo, foi finalmente inábil para resistir à lisonja de que era alvo. A sabedoria que lhe fora confiada para que glorificasse ao Doador, encheu-o de orgulho. Permitiu finalmente que os homens falassem de si como do mais digno de louvor pelo inigualável esplendor do edifício planejado e construído para honrar o “nome do Senhor Deus de Israel”. PR 29.6

Assim foi que o templo de Jeová veio a ser conhecido através das nações como “o templo de Salomão”. O agente humano tinha tomado para si a glória que pertencia ao “que mais alto é do que os altos”. Eclesiastes 5:8. Mesmo até ao dia de hoje o templo que Salomão declarou: “Pelo Teu nome é chamada esta casa que edifiquei” (2 Crônicas 6:32), é mais freqüentemente mencionado, não como o templo de Jeová, mas como “templo de Salomão”. PR 30.1

Não pode o homem mostrar maior fraqueza que permitir se lhe atribua a honra por dons que são outorgados pelo Céu. O verdadeiro cristão fará com que Deus seja o primeiro, o último e o melhor em tudo. Nenhum ambicioso motivo logrará arrefecer seu amor por Deus; firmemente, perseverantemente, fará que advenha honra a seu Pai celestial. É quando somos fiéis em exaltar o nome de Deus, que nossos impulsos são postos sob a divina supervisão e somos capacitados a desenvolver faculdades espirituais e intelectuais. PR 30.2

Jesus, o divino Mestre, sempre exaltou o nome de Seu Pai celestial. Ele ensinou Seus discípulos a orar: “Pai nosso que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome”. Mateus 6:9. E eles não deviam esquecer de reconhecer: Tua é “a glória”. Mateus 6:13. Tão cuidadoso foi o grande Médico em desviar a atenção de Si mesmo para a Fonte de Seu poder, que a maravilhada multidão “vendo os mudos a falar, os aleijados sãos, os coxos a andar, e os cegos a ver”, não O glorificavam a Ele, mas “glorificavam o Deus de Israel”. Mateus 15:31. Na maravilhosa oração que fez pouco antes de Sua crucifixão, Cristo declarou: “Eu glorifiquei-Te na Terra”. “Glorifica a Teu Filho”, suplicou, “para que também o Teu Filho Te glorifique a Ti”. “Pai justo, o mundo não Te conheceu, mas Eu Te conheci; e estes conheceram que Tu Me enviaste a Mim. E Eu lhes fiz conhecer o Teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que Me tens amado esteja neles, e Eu neles esteja”. João 17:1, 4, 25, 26. PR 30.3

“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas; mas o que se gloriar glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na Terra; porque destas coisas Me agrado, diz o Senhor”. Jeremias 9:23, 24. PR 30.4

“Louvarei o nome de Deus [...] e engrandecê-Lo-ei com ação de graças”. Salmos 69:30. PR 30.5

“Digno és, Senhor, de receber glória, e poder”. Apocalipse 4:11. PR 31.1

“Louvar-Te-ei, Senhor Deus meu, com todo o meu coração, e glorificarei o Teu nome para sempre”. Salmos 86:12. PR 31.2

“Engrandecei ao Senhor comigo, e juntos exaltemos o Seu nome”. Salmos 34:3. PR 31.3

A introdução de princípios tendentes a afastar do espírito de sacrifício para o de glorificação própria, foi ainda mais acompanhada por outra grosseira perversão do plano divino para Israel. Deus havia designado que Seu povo fosse a luz do mundo. Deles devia refletir a glória de Sua lei como revelada na vida prática. Para a concretização deste propósito, fizera Ele que Sua nação escolhida ocupasse uma posição estratégica entre as nações da Terra. PR 31.4

Nos dias de Salomão o reino de Israel se estendera desde Hamate ao Norte, até o Egito ao Sul, e do Mar Mediterrâneo ao Rio Eufrates. Através deste território corriam muitas vias naturais do mundo comercial, e as caravanas das terras distantes transpunham-nas constantemente. Assim foi dada a Salomão e a seu povo oportunidade para revelar aos homens de todas as nações o caráter do Rei dos reis, e ensinar-lhes reverência e obediência a Ele. A todo o mundo devia ser dado este conhecimento. Mediante o ensino contido nas ofertas sacrificais, Cristo devia ser exaltado perante as nações, para que todo o que desejasse pudesse viver. PR 31.5

Colocado como cabeça de uma nação que fora posta como um farol de luz para as nações ao redor, Salomão devia ter usado a sabedoria que Deus lhe dera e o poder de influência na organização e liderança de um grande movimento para iluminação dos que viviam na ignorância de Deus e Sua verdade. Assim, multidões teriam sido ganhas para obediência aos divinos preceitos, Israel teria ficado a salvo dos males praticados pelos pagãos, e o Senhor da glória teria sido grandemente honrado. Mas Salomão perdeu de vista este alto propósito. Deixou de usar suas esplêndidas oportunidades para iluminação dos que estavam continuamente passando através de seu território ou estacionando nas principais cidades. PR 31.6

O espírito missionário que Deus implantara no coração de Salomão e de todos os verdadeiros israelitas fora suplantado pelo espírito de comercialismo. As oportunidades propiciadas pelo contato com muitas nações foram usadas para exaltação pessoal. Salomão procurou fortalecer politicamente sua posição construindo cidades fortificadas nas passagens comerciais. Reconstruiu Gezer, próximo de Jope, que ficava ao longo da estrada entre Egito e Síria; Bete-Horom, a oeste de Jerusalém, dominando as passagens da estrada que ia do interior da Judéia a Gezer e à costa do mar; Megido, situada na estrada das caravanas de Damasco para o Egito, e de Jerusalém para o Norte; e “Tadmor, no deserto” (2 Crônicas 8:4), ao longo da rota das caravanas do Oriente. Todas estas cidades foram poderosamente fortificadas. As vantagens comerciais de uma passagem nas cabeceiras do Mar Vermelho foram ampliadas pela construção de naus em Esiom-Geber, “na praia do mar, na terra de Edom”. 1 Reis 9:26, 28. Marinheiros treinados de Tiro, “com os servos de Salomão” (2 Crônicas 8:18), conduziam esses navios nas viagens para Ofir, e “traziam de Ofir muitíssima madeira de sândalo, e pedras preciosas”. 1 Reis 10:11. PR 31.7

Os rendimentos do rei e de muitos de seus súditos foram grandemente aumentados, mas a que preço! Por causa da ambição e curteza de vistas daqueles a quem tinham sido confiados os oráculos de Deus, às incontáveis multidões que apinhavam as vias de transporte se permitiu que permanecessem na ignorância de Jeová. PR 32.1

Em saliente contraste com a conduta seguida por Salomão foi o procedimento de Cristo quando esteve na Terra. O Salvador, embora possuindo “todo o poder” (Mateus 28:18), jamais usou este poder para Seu próprio engrandecimento. Nenhum sonho de conquistas terrenas, de grandezas mundanas, maculou a perfeição de Seu serviço pela humanidade. “As raposas têm covis, e as aves dos céus ninhos”, disse Ele, “mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça”. Mateus 8:20. Os que em resposta ao chamado da hora, têm entrado no serviço do Obreiro-mestre, podem bem estudar Seus métodos. Ele tirou vantagem das oportunidades encontradas ao longo das movimentadas vias. PR 32.2

Nos intervalos de Suas jornadas de um para outro lado, Jesus permanecia em Cafarnaum, que passou a ser conhecida como “a Sua cidade”. Mateus 9:1. Situada na estrada de Damasco para Jerusalém e Egito e para o Mar Mediterrâneo, era esta cidade bem apropriada como centro do trabalho do Salvador. Pessoas de muitas terras passavam através da cidade, ou nela se detinham para descanso. Aí Jesus Se encontrava com pessoas de todas as nações e categorias, e assim eram Suas lições levadas a outros países e a muitas famílias. Por este meio era despertado o interesse nas profecias que apontavam para o Messias, a atenção era dirigida para o Salvador, e Sua missão era levada perante o mundo. PR 32.3

Em nossos dias, as oportunidades de entrar-se em contato com homens e mulheres de todas as classes e diferentes nacionalidades são muito maiores que nos dias de Israel. As movimentadas vias de comunicação têm-se multiplicado por milhares. PR 32.4

Assim como fez Cristo, os mensageiros do Altíssimo devem hoje tomar posição nessas vias movimentadas, onde possam encontrar-se com multidões que passam de todas as partes do mundo. Como Ele Se ocultou em Deus, devem eles semear a semente do evangelho, expondo perante outros as preciosas verdades das Sagradas Escrituras, que lançarão profundas raízes na mente e no coração, e germinem para a vida eterna. PR 32.5

Solenes são as lições do fracasso de Israel durante os anos em que tanto o rei como o povo se desviaram do alto propósito que tinham sido chamados a cumprir. PR 32.6

Seja onde for que eles tenham sido fracos, a ponto mesmo de cair, o Israel de Deus hoje, os representantes do Céu que constituem a verdadeira igreja de Cristo, devem ser fortes, pois para eles é transferido o encargo de concluir a obra confiada ao homem, e de anunciar o dia do ajuste final. Contudo, as mesmas influências que prevaleceram contra Israel no tempo do reinado de Salomão ainda se lhes antepõem. As forças do inimigo de toda a justiça estão fortemente entrincheiradas; e a vitória só pode ser ganha mediante o poder de Deus. O conflito que temos diante de nós exige espírito de abnegação, desconfiança própria, confiança em Deus somente, e sábio uso de toda oportunidade para a salvação de almas. A bênção do Senhor será concedida a Sua igreja, à medida que esta avance unida, revelando a um mundo que está nas trevas do erro a beleza da santidade manifesta num espírito de abnegação semelhante ao de Cristo, na exaltação do divino em vez do humano, e no amoroso e incansável serviço pelos que tanto precisam das bênçãos do evangelho. PR 33.1

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